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Alerj aprova Rádio Nacional como Patrimônio Histórico e Cultural Imaterial.

Comissão e Frente da Casa Legislativa lutam pela manutenção
das rádios MEC e Nacional.

Por: Fábio Costa Pinto / Jornalista Fonte: Da Redação IBI / Assessoria


Os parlamentares da Alerj derrubaram em (23/08) o veto ao PL 5493/2022, de autoria da deputada estadual Mônica Francisco (PSol), presidente da Comissão de Trabalho, e do deputado estadual Waldeck Carneiro (PSB), presidente da Frente Parlamentar Pela Democratização da Comunicação da Alerj (FPDC), que transforma a Rádio Nacional em Patrimônio Histórico e Cultural Imaterial do Estado do Rio de Janeiro. Mônica e Waldeck lutam pela manutenção da emissora, além da Rádio MEC, que podem ser desligadas pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Outro projeto, dos mesmos autores, que transformaria a Rádio MEC em Patrimônio Histórico e Cultural Imaterial do Estado do Rio de Janeiro (PL 5494/2022), havia sido vetado pelo governador Cláudio Castro em maio, mas teve o veto derrubado pela Casa Legislativa, transformando-se na Lei 9771/2022 no dia 05/07.


“Estamos lutando em defesa da radiofonia brasileira. A Rádio Nacional é símbolo da difusão da cultura e da música, principalmente na segunda metade dos anos 50 do século passado.


É importante enaltecer o papel da comunicação na consolidação da democracia. Veículos de comunicação devem funcionar livremente, respeitando sua pluralidade", afirmou Waldeck. “Essas rádios têm importante papel para a cultura fluminense. A Nacional foca em gêneros que têm pouco espaço no dial. Precisamos preservá-la como parte da nossa memória e história”, disse Mônica Francisco

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